
Kindambiriano – Como se destrói um Homem
Aún no hay valoraciones. ¡Sé el primero en valorar este libro!«… Porquê pessoas sem quaisquer ligações directas e reais aos sectores económicos nacionais ou internacionais, mas aproveitando suas influências, desenvolvem mecanismos macabros, que levam a criação de desconfianças terríveis entre pessoas ou entes económicos e políticos, instalando o descrédito nos sistemas económicos e financeiros de todo o mundo, com resultados trágicos para a vida das pessoas?… …Por isso, o texto acaba por ser um suspiro do imaginário de Rosa Cêsteres. Mas um suspiro com hálito quente cheirando ferrugem, de alguém que nasceu num dia e que, pouco mais de sessenta meses depois, no exacto momento em que o carinho dos pais se constituía em base e fonte de conhecimentos, para formar a sua própria personalidade, acha o pai ausente de casa sem data de regresso; o mesmo que percebe depois, que seu pai vivia preso entre os grilhões coloniais acusado de um crime que se designava “reclamação”. Pior que tudo isso, encontra sua mãe entregue à uma labuta forçada de escrava, 25 horas por dia, apenas para suprir difícil e penosamente as necessidades digestivas dos filhos. Na perspectiva da ficção, “Kindambiriano, Como se destrói um Homem”, é um texto que não escolhe leitores nem proíbe comentários. Antes, relança para a discussão pública, matérias variadas da contemporaneidade que a todos deve preocupar e interessar.» In Prefácio
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Ficha técnica
- ISBN
- 9789897825668
- Páginas
- 284
- Tamaño
- 160 x 235 cm
- Formato
- Tapa blanda con solapas
- Año
- 2022
- Idioma
- Portugués
- Temática
- PROSA: NO FICCIÓN
Acerca del autor

Rosa Cêsteres
O texto sob o título “Kindambiriano – Como se destrói um Homem”, é de autoria de Manuel Cadete, um antigo Combatente da luta de libertação de Angola, que adopta o nome “Rosa Cêsteres” como seu pseudónimo literário. Iniciou os estudos primários na Igreja Metodista Unida e fez o ciclo secundário no Liceu Paulo Dias de Novais. Em 1983, ainda envergando a farda das Fapla (Forças Armadas Populares de Libertação de Angola), ingressou no curso de engenharia civil na Faculdade de Engenharia da Universidade Agostinho Neto. Construtor civil e professor, Manuel Cadete nasceu em Luanda onde cresceu, tendo aqui participado nas células clandestinas com ligações à primeira região político-militar do Mpla (Movimento Popular de Libertação de Angola). Foi preso político, sendo liberto após o golpe de estado ocorrido em Portugal a 25 de Abril de 1974. Durante o movimento juvenil em direcção ao Congo para reforçar os quadros do Mpla, Manuel Cadete viveu uma odisseia que o levou para a Base Kinkuzo da Fnla (Frente Nacional de Libertação de Angola), no Zaire, onde fez treinos militares. No reencontro com o movimento, teve formação política no Centro de Instrução Revolucionária em Binheco – CIR Binheco, em Cabinda. Foi comissário político nas Fapla em diferentes escalões. Está reformado desde 2005 como oficial superior das FAA (Forças Armadas Angolanas).
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