Memórias de um combatente

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Sinopsis

O Cais da Rocha em Alcântara, parecia um cais diferente daquele que deixámos, dois anos antes. Muito mais alegre, com uma mole humana de braços no ar, acenando sem parar, à medida que o Barco se aproximava.
Não voltaram ao cais, os familiares dos camaradas que lá perderam a vida, e também os familiares dos feridos evacuados para a Metrópole. E, isso, tornava, muito mais triste, a nossa chegada.
O desespero, os gritos e o desânimo, de quantos há dois anos, se vieram despedir, contrastava agora com a alegria incontida, em cada abraço que se multiplicava, no cais da nossa saudade.

Detalles del Libro


ISBN/13: 9789897822384

Num. Páginas: 302

Tamaño: 160 X 235 mm

Encuadernación: Tapa blanda con solapas

Año de publicación: 2021

Editorial: Mário Brito Publicações Unipessoal, Lda | 5livros

Categoría: Autobiografía: general

Diogo Aloendro (Autor)

Diogo Aloendro, pseudónimo, de António Henriques de Matos, nestas incursões da escrita, é natural de uma aldeia próxima da serra do caramulo. Fica órfão de pai aos oito anos de idade. Começa a trabalhar aos onze anos, acabados de fazer, já com a instrução primária concluída.
Trabalhou durante dois anos, até aos treze, nos mais diversos trabalhos ligados à agricultura. Nos seguintes dois anos, exerceu na vila de Vouzela, sede de concelho da sua aldeia, a atividade comercial. Aos quinze anos de idade emigrou para Lisboa onde continuou a mesma atividade comercial, até ser incorporado na vida militar.
Entretanto, e em simultâneo, em regime noturno, concluiu o curso liceal e depois, da vinda da Guiné, o grau de Economista, cuja profissão ainda exerce.
Ingressou no início do ano de 1972, num dos maiores e mais prestigiados Bancos Portugueses, onde trabalhou durante 41 anos. Aqui exerceu, em diversos níveis, as mais qualificadas funções.
Ao longo dos anos, foi encontrando espaço e inspiração para se abstrair das suas responsabilidades profissionais, fazendo incursões no domínio da escrita. Descobriu uma parte de si que não se sentia realizada no universo do trabalho que lhe dava o sustento. Criou, como que uma outra parte, a quem deu o nome de Diogo Aloendro, e com isso pôde conciliar estes dois universos, tão diferentes entre si.
Surgiu, assim, numa altura já entrada da vida, um primeiro livro de poesia, sob o nome de “No Horizonte da Vida” publicado há dois anos, surgindo agora este, que relata a sua vivência durante o tempo que passou na vida militar, designadamente, na Guiné, onde foi combatente durante dois anos, e cujas memórias, revivendo-as, entendeu partilhar.

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