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Adalberto  Castelo

Adalberto Castelo

Adalberto Castelo é o pseudónimo de Armando Teixeira Pinto. Nascido numa família de classe média alta em Vila Real, desde cedo, percebeu o valor da educação e o impacto positivo que ela ­poderia ter sua minha vida. Aos 17 anos, ingressou na Força Aérea Portuguesa, onde serviu como operador de radar. Viveu momentos conturbados durante a Revolução dos Cravos, em 1974, e logo após, em 1975, retornou a Angola, onde seu pai era reitor do Liceu Nacional de Benguela. ­Testemunhou de perto a guerra civil e a independência do país, enfrentando bombardeios e incertezas. Essa época marcou-o profundamente e fez-lhe valorizar ainda mais a vida e as relações humanas. No regresso a Portugal em 1977, conheceu o amor da sua vida, com quem construiu uma família maravilhosa. Criaram quatro filhos, que são a luz dos seus olhos e a sua maior motivação para seguir em frente. Profissionalmente esteve ligado durante quase quatro décadas, aos Recursos Humanos, desempenhando sempre a função de chefia e assumindo desafios cada vez mais complexos. Essa área apaixonou-o e permitiu-lhe lidar com as pessoas, aprender com as suas histórias e ajudar no seu desenvolvimento. Foi um capítulo importante da sua vida profissional. A vida deu uma guinada inesperada quando foi confrontado com problemas de saúde. Esses desafios obrigaram-no a terminar a sua carreira mais cedo do que esperava, mas também o ensinou muito sobre resiliência e a capacidade humana de superar obstáculos. Apoiou-se e apoia-se na sua família, e na sua própria força para seguir em frente.

Su libro

Estados de alma

Estados de alma

POESÍA86 pág.ISBN 9789897827310

(…) Ao longo das páginas deste livro, Adalberto Castelo oferece-nos uma ampla variedade de emoções, habilmente ilustradas em versos delicados. Cada poema é uma janela para a alma do autor, revelando as suas inquietações e a sua capacidade de transmitir sentimentos por vezes complexos. Os poemas apresentados neste livro são um convite para mergulhar nas profundezas das emoções e para apreciar a magia das palavras. (…) In prefácio