
Adelaide Freire
Adelaide Freire licenciada em medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa, fez o internato geral nos hospitais civis de Lisboa e o internato da especialidade de pneumologia no Serviço de Pneumologia do Hospital de Santa Maria na altura dirigido pelo Sr. Pofessor Dr. Tomé Villar, e posteriormente dirigido pelo Sr. Professor Dr. Freitas e Costa.
Dedicando a sua vida à causa pública, prestando provas para as diversas etapas da sua carreira até à graduação em chefe de serviço.
Após concurso com provas públicas, ocupou a vaga de pneumologia no CDP de Almada como diretora da unidade, posição na qual se jubilou.
Foi durante algum tempo responsável pela luta antituberculosa na sub-região de Setúbal em colaboração com a Sra. Dra. Fátima Dias, esta da área da saúde pública.
Sus libros

Tuberculose – Mito ou Realidade
A luta antituberculosa depende de todos: de cada um em particular, pois a saúde é em primeiro lugar uma responsabilidade individual, mas também dos serviços de saúde em geral e dos serviços de saúde específicos que permitem uma resposta focada e especialmente dirigida. A presente obra é um retrato de como estratégias de um desses pequenos serviços específicos, com recursos limitados, num espírito de “a união faz a força” se organizou e foi vencendo esta eterna batalha.

Quadrilha da Morte
A quadrilha da morte, composta pela hipertensão arterial (HTA), diabetes, dislipidemia e tabaco, está reunida para delinear estratégias na luta contra os humanos.

Medicina Convencional/Medicinas Alternativas: Complementares ou Antagónicas?
Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores.
Khalil Gibran

Sono. Preguiça ou Necessidade Fisiológica
O sono que desce sobre mim,
O sono mental que desce fisicamente sobre mim,
O sono universal que desce individualmente sobre mim —
Esse sono
Parecerá aos outros o sono de dormir,
O sono da vontade de dormir,
O sono de ser sono.
Álvaro de Campos

Guerra! Alguém ganha? O contraste
Neste livro, Adelaide Freire parte de uma pergunta essencial: alguém ganha com a guerra?
Entre episódios da história dos conflitos humanos e uma abordagem acessível ao funcionamento do corpo humano e das suas doenças, a autora constrói uma reflexão original sobre a natureza humana.
Numa pequena fábula simbólica, os órgãos do corpo entram em conflito, demonstrando que, quando cada parte tenta impor-se sobre as outras, todo o organismo sofre. Tal como no corpo humano, também na sociedade a cooperação é condição essencial para a vida e o progresso.
Um livro que cruza ciência, história e reflexão humanista para lembrar que compreender o corpo e cuidar da saúde é também aprender a viver em comunidade.
