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Adilson  Santana

Adilson Santana

Nascido no Brasil, tropeçou em barreiras na vida, sem nunca desistir de recomeçar. Trabalhou como estafeta, passou para as artes-gráficas, desempenhando várias funções. No sector, ficou até aos 25 anos, já, em Portugal, corria o ano de 1990. Permitiu aventurar-se. Sempre a desbravar, iniciou-se na área da fitoterapia. Enfrentou preconceitos pois, alguns, questionavam os benefícios. A seguir, abriu duas lojas e foi representante de empresas. É uma pessoa que busca conhecimento constante. Com experiência adquirida nos anos em que fez psicoterapia, psicodrama, e estudos individuais na área, assumiu-se como Auto-didata. Começou a dar apoio como conselheiro e como facilitador em grupos de Auto-ajuda. Na escrita, iniciou-se em 2007, com o livro Pedaços de Vida num Blogue Qualquer, tendo várias obras publicadas. O seu recente trabalho, Biografia de um Náufrago, conduz o leitor à descoberta da sua história de vida profissional. Fala da infância até a fase adulta e convida o leitor a uma reflexão critica sobre a sociedade. Faz-nos pensar nas influências marcadas em uma criança tenaz e como experiências vividas podem influir no futuro.

Su libro

Biografia de um Náufrago

Biografia de um Náufrago

Autobiografía: literaria244 pág.ISBN 9789899682566

Sinopse Se o título desta obra, Biografia de um náufrago, nos induz a pensar num náufrago no mar, o sub-título, Sem espaço na multidão, faz-nos reflectir sobre o tipo de naufrágio que o texto nos vai apresentar. Na vida, uma pessoa pode emergir ou submergir socialmente muitas vezes. Cair e levantar-se é condição da aprendizagem humana para o desenvolvimento pessoal e social de cada um. Todavia, no mundo actual, o capitalismo leva as pessoas a buscarem o seu espaço social sem saberem ao certo se conseguirão encontrar um apoio, minimamente seguro, que os mantenha na “crista da onda”, porque uma coisa é “cair e levantar”, outra, completamente diferente, é ver-se num fosso social onde muitos vagueiam em busca do seu espaço. A solidão, o vazio, o medo do amanhecer são a realidade em que assenta muitas vidas nas actuais sociedades ditas desenvolvidas e modernas. Contudo, está a sociedade que construímos capaz de apoiar, de forma cabal, uma pessoa? Ou está cada pessoa cada vez mais sozinha, mesmo que rodeada de uma multidão? Cada um preocupa-se com o próximo? Ou há cada vez mais pessoas a viverem à margem, nas “entrelinhas das coisas”, tentando sobreviver? Convido todos à leitura deste livro e espero que, através de um percurso de vida, tantas vezes dorido, cada um encontre pretexto para se fazer conduzir a uma reflexão sobre quem somos e que sociedade, na verdade, construímos quando a pronunciamos inclusiva. O Autor

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