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Ana Coelho

Ana Coelho nasceu a 20-11-1969, é casada e tem 2 filhos. É natural de Angola, vive em Alenquer desde os 5 anos, terra que sente como sua terra natal.
Desde cedo que a literatura é mais que uma paixão, em complemento do eu que a preenche.
Em 2008 começou por mostrar os seus trabalhos em sites e blogues.
Livros editados:
2010_ Nuances de um Silêncio a Dois (poesia) em parceria com José António Antunes ( marido), com a chancela da Edita-me.
2011_ O Tacto das Palavras (poesia) com a chancela da Edita-me.
2014_ Metamorfose ao Luar & Esboços da Consciência, 2 Romances num livro com a chancela da UniVersus.
2015- Sem-abrigo, Escolha ou Destino Romance com a chancela da Edita-me
Tem participações em várias Antologias como autora e em algumas como coordenadora.
Trabalha voluntariamente em prol da literatura, algo que é feito com Alma e Coração.
Fundadora do grupo AlenCriativos com outra amiga escritora Alenquerense, desenvolvem várias iniciativas como; concursos, tertúlias e antologias para divulgação geral da literatura. O grupo AlenCriativos tem o apoio do pelouro da Cultura do Município de Alenquer e União de Freguesias Carregado/ Cadafais.

Sente especial motivação em revelar novos autores. Apresenta na Rádio Voz de Alenquer um programa de sua autoria, todas as segundas-feiras das 22 às 24 horas “Livro Aberto” . Deste programa nasce em Maio 2017 uma Coletânea organizada por si onde participam 103 autores.
Como sociedade civil sente dentro de si a responsabilidade em dar aos outros, colaborando em associações com trabalho voluntário, porque sentir outros sorrisos é melhor que sorrir sozinha.

Sus libros

AS FOLHAS APÓS O VENDAVAL

AS FOLHAS APÓS O VENDAVAL

Poesía de poetas individuales70 pág.ISBN 9789897367816

O meu sonho é uma serena tempestade que desce do céu... numa linha de luminosidade de onde o pensamento se agarra para saber o tempo de estar ou parar... se alguém ainda me sabe sentir... não me siga nem se deixe ficar para trás... caminhe ao meu lado com o regaço a florir sementes de outono na invernia sentida da intempérie... efémera... na permanência de sentir a emoção de um coração que vibra nas mãos no verbo amar conjugado de companheirismo em todas as estações do ano... nos séculos da eternidade numerada por afetos a sorrir nas lágrimas de um destino onde se permanecerá em plena construção... Continuarei sempre perdida de certezas em busca das incertezas... acompanhada ou solitária... continuarei! Deste lado da linha com as folhas que ficam após o vendaval!

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NÃO VOLTAREI

NÃO VOLTAREI

FICCIÓN MODERNA Y CONTEMPORÁNEA292 pág.ISBN 9789897792427

Viveremos nós em plena liberdade? Conhecemos de verdade, todos aqueles com quem partilhamos, a nossa vida? Partilhamos de verdade, todos os nossos sentimentos com os que nos são íntimos? Temos a certeza do que faremos e do que não faremos? Que certezas nos traz a maturidade? Até onde nos leva a incerteza, ou a certeza da vida? Seremos livres em todos os nossos atos? Com uma narrativa impressionante, muito vívida, a autora leva o leitor a mergulhar neste mundo de sentimentos, partilhas e (in)verdades, no qual descobre todo um universo próprio, com alguns rituais muito comuns, onde cada personagem é uma realidade a descobrir para lá daquilo que é exposto. Mostrando que as emoções, a liberdade, a reflexão e as vivências estão para além dos pensamentos, demonstrando que em todo o ser humano há um lado oculto, para a sociedade e para os que lhe estão próximos, talvez até de si mesmo.

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SENTIDOS DESPERTOS

SENTIDOS DESPERTOS

POESÍA178 pág.ISBN 9789897793295

Ser Poeta Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Aquém e de Além Dor! É ter de mil desejos o esplendor E não saber sequer que se deseja! É ter cá dentro um astro que flameja, É ter garras e asas de condor! É ter fome, é ter sede de Infinito! Por elmo, as manhãs de oiro e cetim… É condensar o mundo num só grito! E é amar-te, assim, perdidamente… É seres alma e sangue e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente! (Florbela Espanca, «Charneca em Flor», in «Poesia Completa»)

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