
Chen Moraes
Chen Moraes, nascido nos subúrbios do Rio de Janeiro nos anos 50, Mi, também chamado Mimi, Mizinho, Almir ou Chen, cresce entre pobreza, violência, superstição, afectos contraditórios e uma liberdade quase selvagem de viver a rua. Ao longo da vida, atravessa perdas, relações intensas, paixões, fracassos, imigração, confrontos físicos e emocionais, reinventando- -se sucessivamente entre o Brasil, Londres e Barcelona. Entre o jiu-jitsu, a terapia oriental, os negócios, a escrita e a busca constante por estabilidade interior, constrói uma existência marcada por excessos, sobrevivência e resistência. Mas, por detrás da aparente força, existe um homem dividido entre memórias, segredos, culpas, afectos interrompidos e uma necessidade profunda de pertença. Felicidade Contida é um romance autobiográfico intenso e humano sobre identidade, superação, paternidade, imigração e a difícil procura da paz interior.
Su libro

A Felicidade contida
Chen Moraes.
Mimi. Mi. Mizinho. Almir. Itajahy.
Ao longo da vida, foi chamado por muitos nomes — talvez porque uma só identidade nunca bastasse para conter todas as versões de si próprio.
Em Felicidade Contida, Chen Moraes conduz o leitor por uma intensa viagem de memórias, sobrevivência e transformação, atravessando a infância pobre nos subúrbios do Rio de Janeiro, os conflitos familiares, a violência, as perdas e a constante procura de paz interior. Entre episódios duros, amizades improváveis, espiritualidade, jiu-jitsu e superação, nasce o retrato profundamente humano de alguém que aprendeu, desde cedo, a resistir sem perder a sensibilidade. Uma obra marcada pela verdade emocional, pela nostalgia e pela força silenciosa de quem nunca desistiu de procurar a felicidade.
