Gina Manjua
Sus libros

Resiliência
Este livro é sobre uma mulher que enfrentou a vida de peito aberto e sorriso rasgado. Mesmo os dias em que a notícia que saía da boca do médico não dava alento. Mesmo nos dias em que ela chorava por dentro. Mesmo nos dias em que quis desistir.
É uma história de resiliência, mas sobretudo de amor. Amor pelos outros, pela família e, cada vez mais, por si própria. Contra todas as probabilidades, Gina Amaral conta, na primeira pessoa, uma história que é uma verdadeira inspiração e que motiva quem a lê a nunca desistir. Porque não há limites para o que podemos alcançar quando acreditamos em nós.

A menina que pensava diferente
Gina nasceu pequenina, mas com um coração gigante. Desde cedo enfrentou desafios: problemas de saúde, aparelhos nos ouvidos e o olhar cruel de quem não entende a diferença.
Na escola, sofreu em silêncio. Era ignorada, gozada, empurrada para os cantos — até que um abraço mudou tudo. O amor da avó Beatriz, simples e incondicional, tornou-se a raiz da sua coragem.
Esta é uma história verdadeira de superação, contada com doçura e verdade.
Fala sobre o bullying, a dor de não pertencer e a beleza de nos aceitarmos como somos.
Já adulta, Gina descobre um novo tipo de amor — o amor puro da Minnie, uma cadelinha preta e curiosa que a faz lembrar: os animais não julgam. Sentem. Amam. Acolhem.
Hoje, Gina leva a sua história às escolas, acompanhada da Minnie, para lembrar a todos que ser diferente não é defeito — é identidade.
Um livro emocionante, inspirador e cheio de ternura, que mostra às crianças (e aos adultos) que o mundo precisa daquilo que nos torna únicos.

A minha vida contada em poesia
A vida de resiliência
A vida não foi fácil
Mas com mérito sobrevivi.
Foram tempestades aqui e ali
Mas assim aprendi que as dificuldades não são simples maldades.
E que não me definem, mas a minha resiliencia sim.
Não importa o que sou, pois minha compreensão dou
Sobre o qual ai vem ou está para vir.
Serei sempre eu a decidir
Porque confio na minha capacidade
Na minha força e humildade.
Sempre me irei reerguer
E sempre me reconstruir.
De qualquer forma,
Serei sempre eu a decidir,
E continuarei sempre em frente.
