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Henrique  Mendes

Henrique Mendes

Henrique Mendes nascido em Castelo Branco, Beira Baixa, em 10 de Julho de 1956, foi bem jovem (1961 ) viver na capital. Filho único de pai militar e mãe ligada às artes através da pintura, ambos leitores insaciáveis, frequentou escolas públicas reconhecidas como sendo de grande qualidade, (Francisco Arruda, Ferreira Borges, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas ) tendo desde cedo iniciado a sua ligação com a escrita. Participou com sucesso de diversos concursos escolares e da fundação de jornais também escolares. Escreve regularmente desde os quinze anos de idade, prosa e poesia, géneros que se sente igualmente confortável. O seu primeiro trabalho a ganhar alguma notoriedade foi um conto chamado “ A história do tempo “, chamado a integrar um programa infantil na RTP, do qual recebeu a sua primeira remuneração como autor. Um percurso de vida intenso espalhado por três continentes, com muitas situações de pico, contribuiu para municiá-lo com temas férteis para vários livros, alguns deles ainda por publicar, e para orientar-lhe a sensibilidade tornando-o um observador atento da vida e dos outros. Tem desenvolvido atividade intensa em sites de escritores, publicando em português e espanhol, bem como no desenvolvimento de seus próprios blogs: Etletera.blogspot.pt e Textosaesmo.blogspot.pt. Viajante contumaz, foi no México que conheceu a sua esposa, brasileira, com quem vivia no Brasil. No entanto desenvolveu esforços para que o seu primeiro livro, “Quotidiano subtil”, fosse publicado em Portugal, sendo uma coletânea de textos poéticos independentes entre si. Agora regressado a Portugal, publica este romance “A Folha de Água”.

Su libro

A Folha de Água

A Folha de Água

NARRATIVA ROMÁNTICA200 pág.ISBN 9789897826900

Uma história em linguagem simples, de gentes e montanhas exóticas, lobos e segredos, que nos mostra que a vida é a maior de todas as aventuras. E que essa aventura, apesar de a vivermos no dia a dia, pode ter começado muito antes do que poderíamos imaginar, deixando clara a noção de que passado e futuro se dão as mãos através de nós.