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José Armando Vizela Cardoso José Cardoso

O TGeneral Piloto Aviador- José Armando Vizela Cardoso, nasceu em Olaia/Torres Novas, em Agosto de 1941. Em 1961 entrou na Academia Militar, onde frequentou o Curso de Ciências Aeronáuticas Militares, que concluiu em 02JUL1965, data em que foi promovido a Alferes e recebeu as "asas"/"brevet" de piloto-aviador, depois de ter completado o tirocínio no avião T-37. A maior parte da sua vida como "piloto aviador militar" foi passada como piloto de aviões de caça/combate em unidades Operacionais de Combate Aéreo ou como piloto-instrutor na Esquadra de Instrução Complementar paranPilotos de Aviões de Caça, o que justifica que tenha sido Comandante da Esquadra Operacional 702, no AB7-Teten (Moçambique), da Esquadra 103, na BA5/Monte Real e dos Grupos Operacionais Nº 7001, no AB7/ Tete e Nº 61, nanBA6 /Montijo, Serviu na Divisão de Operações (Air Section) no SHAPE/NATO, em Mons/Belgica e Chefiou a Divisão de Operações no Planeamento do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa onde, entre outros trabalhos, estabeleceu os Requisitos Operacionais para a primeira Esquadra de Aviões F-16 (novos de fábrica!). Para além dos cursos de promoção a Oficial Superior (Curso Geral de Guerra Aérea) e de promoção a Oficial General (Curso Superior de Guerra Aérea), o General Vizela Cardoso frequentou vário Cursos de Qualificação, de entre os quais se destacam: > Curso de Segurança de Voo e de Investigação de Acidentes com Aeronaves; > Curso de Gestão de Sistemas de Armas; > Curso NATO de Operações Aeroterrestres e de Operações Anfíbias; > Curso de Guerra Eletrónica; > Curso de Investigação/Análise Operacional Militar; > Curso NATO de Cálculo de Força Atacante; > Curso NATO de Gestão de Crises. O General Vizela Cardoso, como Capitão Comandou Interinamente o AB7/Tete (Moçambique), como Tenente-Coronel Comandou Interinamente a BA6/Montijo e como Coronel comandou a BA5/Monte Real. Como Oficial General, foi Adjunto do Chefe do Estado-Maior para as Operações e Logística, foi Chefe do Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea e Diretor do Instituto de Altos Estudos da Força Aérea, onde foi responsável pelos Cursos de Promoção a Oficial General e pela área académica da Estratégia. O General Vizela Cardoso é Comendador da Ordem Militar de Avis, tem 14 louvores e menções honrosas e 12 condecorações de entre as quais se realçam as: > Medalha de Prata de Serviços Distintos, com Palma; > Medalha de Ouro de Serviços Distintos, > Medalha de Prata de Serviços Distintos; > Medalha das Campanhas em Moçambique; > Medalhas de Mérito Militar e Aeronáutico. O General Vizela Cardoso serviu na Força Aérea Portuguesa durante 39 anos e 10 meses (tempo efetivo) e completou mais de 4,000 horas de voo, voando essencialmente aviões de combate. O General Vizela Cardoso tem sido convidado para apresentar conferências no Instituto de Defesa Nacional, no Instituto de Estudos Superiores, na Academia da Força Aérea e tem colaborado em trabalhos dedicados à obra dos Templários em Tomar e sobre a Guerra no Ultramar português (1961 -1974).

Su libro

A ESTALAGEM DO FAROL

A ESTALAGEM DO FAROL

Historia de Europa152 pág.ISBN 9789897798375

Este livro descreve a experiência vivida pelo autor, desde o período de insatisfação dos Oficiais do Exército português como reacção ao Decreto-Lei 353/73, que regulamentava a entrada de Oficiais do Quadro de Complemento no Quadro Permanente, até à tentativa revolucionária levada a cabo pelo Partido Comunista Português, em 25 de novembro de 1975, para implantar em Portugal um regime de comunista.

É um livro com valor histórico, porque descreve fielmente factos que ocorreram antes da revolução de 25 de Abril de 1975, na "maioria silenciosa" no 28 de Setembro, no "golpe" falhado do 11 de Março, no "PREC" <> (Período Revolucionário em Curso), no "arranque" da Luta Armada, idealizada por Álvaro Cunhal, e na libertação da Base Aérea Nº5/Monte Real que contribuiu para o desmoronar da tentativa do Partido Comunista Português, em pôr em prática a "Luta Armada", que teria levado o Povo português a ver-se envolvido numa sangrenta "Guerra Civil".