
José Domingos Ramalho
José Domingos Ramalho, nasceu no Alentejo, na freguesia de Arcos, concelho de Estremoz. É licenciado em Sociologia e Mestre em Recursos Humanos e Desenvolvimento Sustentável. É co-autor da obra Diagnóstico Social. Teoria, metodologia e casos práticos. Edições Sílabo 2017. É fundador do jornal ‘E’ e foi colaborador regular dos jornais Terras Brancas, Diário do Sul, Ecos e Brados do Alentejo. Publicou diversos artigos de opinião em jornais e revistas, e colaborou com a Rádio Despertar – Voz de Estremoz. É apaixonado pela cultura, gastronomia e etnografia alentejana.
Sus libros

O Ameixa tem uma filha
… Esta é uma história centrada nos nove filhos do casal, que mergulha no passado e que oscila entre factos reais, memórias familiares, estórias recontadas, episódios ficcionados e alguns acontecimentos resultantes da imaginação fértil do autor. A posse da terra, as relações entre ricos e pobres no Alentejo, o papel da mulher na família alentejana, as crenças e tradições, o trabalho do campo e a guerra no Ultramar são alguns dos temas abordados. É no intrincado mundo de cada uma das setes mulheres e dos dois rapazes nascidos no seio da família Ameixa, das suas relações com o ambiente rural, dos amores e desamores, que decorre o enredo passado na pequena aldeia de Santo António, no Alentejo, antes da revolução de abril de 1974.

Entre Flandres e Santo António
Santo António, Alentejo – 1917
Os anos da Primeira Guerra Mundial, as Aparições de Fátima e a Pneumónica, ou Gripe Espanhola, correm ao longo das páginas deste romance.
Uma história acontece em qualquer lado e esta tem cenários em Portugal e França.
Resulta dum exaustivo trabalho de recolha histórica e vai da aldeia alentejana de Santo António, até à Flandres, em França.
Vai de Vila Viçosa, ao Barreiro. Vai de Estremoz, a Lisboa. Vai do cais de Alcântara, ao cais de Brest.
Começa com a guerra e acaba com ela, colocando em destaque o cenário miserável das trincheiras ocupadas pelos portugueses na 1.ª Guerra Mundial.
As principais personagens da história – Mariana, Zaranza e Tomaz – ocupam um intricado triângulo amoroso, recheado de paixão, emoção, drama e apego à terra.
É nas teias da aldeia de Santo António, nas amarras das tradições e no papel imutável da igreja, que o Padre Joaquim Diogo Régio e o Regedor vão tecer as suas ações, para continuar a influenciar a sociedade daquela aldeia alentejana.
O desfecho final é imprevisível, tal como foi, a terrível e trágica Batalha de La Lys.
