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José Manuel  Claro

José Manuel Claro

José Manuel Claro, nascido em Setúbal a 30 de junho de 1951, viveu nas margens do ‘Pátrio Sado’, como lhes chamou Bocage, até aos trinta anos, onde desportivamente, representou o Clube Naval Setubalense em natação e o Vitória Futebol Clube em andebol. Foi nesta cidade que o viu nascer, que igualmente iniciou a sua atividade profissional, e constituiu família. Contratado pela GALP, onde desempenhou as funções de Inspetor de Equipamento Estático rumou em 1980 ao Complexo Industrial de Sines, tendo-se radicado na cidade de Vila Nova de Santo André, onde atualmente vive. Em 2015, tendo atingido a idade da reforma, retirou-se das lides profissionais até aí desempenhadas e ingressou no Ensino Superior, para se licenciar em Comunicação Social, tendo então, depois de concluído este ciclo, iniciado uma série de novas atividades, colaborando com jornais e algumas estações de rádio. Por volta do ano de 2014, iniciou-se na atividade da escrita, de uma forma não muito consistente, até que em 2020, começou a publicar diariamente textos, na sua página homónima do Facebook, um misto de diário e de crónica, uma coluna a que chamou ‘A Minha Querida Coisa’. No jornal ‘O Leme’, assina quinzenalmente uma ‘Crónica da Quotidiana Vivência’ e colabora na edição do dito Órgão de Comunicação. Igualmente colabora com o boletim da ARGE – Associação de Reformados da Galp. Iniciou-se na aventura na publicação literária, em dezembro de 2024, com o livro, ‘O Conto do Boteco’, a que se segue no corrente ano de 2025, o presente ‘Sortido Fino da Coisa’ e a que se seguirá, provavelmente no próximo ano, a edição de uma nova obra que já se encontra na fase de conceção e redação.

Su libro

Sortido Fino da Coisa

Sortido Fino da Coisa

PROSA: NO FICCIÓN232 pág.ISBN 9789895862054

Digamos que isto da escrita, apareceu tarde na minha vida, mas de uma forma abrangente quanto a estilos de obra feita.

Aquilo que começou por ser uma espécie um desabafo do espírito, foi mais tarde convertido em diário, como que empurrado pelos ‘covidícos’ confinamentos, e cedo recebeu as influências de estilo da crónica, aqui e ali entremeada por uma ou outra peça de ficção.

Foi então que autor constatou que os objetivos da coisa inicial, o diário, poderia albergar, em termos de conceção da escrita, a inclusão de uns laivos oriundos de outros géneros, originando assim ‘A Minha Querida Coisa’.

Estava encontrado o espírito geracional do ‘Sortido Fino da Coisa’, obra essencialmente destinada a referenciar a fase da publicação de textos ininterruptamente desde meados de 2020, na conta homónima do autor, na plataforma ‘Facebook’, com um perfil aberto ‘a todo o mundo’, local onde ao longo destes anos, como que alimentou uma tertúlia com os seguidores e alguns amigos pessoais.

Os textos agora dados à estampa na presente obra, que se sucedem à publicação nos finais de 2024 do ‘Conto do Boteco’, servirão como marco da passagem do autor, por estas fascinantes andanças da escrita diária e nestes moldes expressas.

Foi com base nalguns textos publicados, agora revistos e transpostos para as páginas deste volume que tem em mãos, o que, numa definição clássica de obra literária produzida, constituirá talvez uma coletânea de imagens escritas-recolhidas ao longo dessas vivências comuns, entre mim e aqueles com quem me relaciono.