Leonardo Umbelino
Sus libros

O brasileiro médio na prática e em pensamentos
A Justiça brasileira pode não ser a que desejamos, mas faz jus ao povo que somos. A interpretação da norma não pode desconsiderar a própria norma e os motivos que justificaram a elaboração das leis. Torcer, retorcer e destorcer conceitos da realidade que nos cerca é o que fazemos de melhor: o povo e os nossos Tribunais Superiores. Não podemos mais aceitar que as nossas próprias ações antiéticas se tornem éticas porque as comparamos com outras potencialmente danosas, praticadas pelos que nos cercam e governam. Não existe antiético-ético por comparação, tampouco errado-quase-certo. O que é certo é certo. O que é errado é errado. Simples assim!

O brasileiro e a síndrome de Estocolmo Lusitana
Aqueles que detinham o exercício do poder em 1888 promoviam um cabo de guerra entre o pensamento liberal, o industrialismo, o meio de vida urbano e o oposto de tudo isso, que nos bem serviu desde início, quando precisávamos povoar o Brasil, quando era necessário estabelecer um poder regionalizado que nos garantisse a unidade. Era preciso substituir a Monarquia. Os privilegiados que detinham o exercício do poder em 2016 promoviam um cabo de guerra entre articulações de diversas naturezas com o intuito de manterem-se no poder. Era preciso substituir o governo. O que mudou?
