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Margarida  Antunes  Azevedo

Margarida Antunes Azevedo

Margarida Antunes André Galho de Azevedo, casada de 44 anos, filha de Roberto Antunes Galho e de Suzana André, mãe de uma menina e um menino, nascida a 13 de maio de 1980 em Candange – Dondo, Município de Cambambe, Província do Kuanza Norte – Angola. É formada em pedagogia, mas trabalhou em vários setores tais como: Policia, Secretariado/Administrativa. Educação e Banca. Estudou o ensino primário na Escola Metodista e 18. Estudou o ensino secundário na Escola Técnica do Dondo. Estudou o ensino médio no IMNE – Comandante Benedito em Ndalatando. Estudou o ensino superior em Pedagogia na Universidade Católica de Brasília.

Sus libros

Diário de uma doente oncológica emigrante

Diário de uma doente oncológica emigrante

Autobiografía: general90 pág.ISBN 9789897827389

O hábito de frieza mesmo em situações extremas para pessoas impulsivas não é normal, precisamos mais das pessoas e menos das coisas. A mudança repentina de temperamento deve parecer anormal e quando notar isso peça ajuda a um profissional. O meu mundo deu uma volta de 180 graus, mas demorei para digerir a gravidade e chegar ao diagnóstico de cancro. Não me conformar com o diagnostico impreciso e descobrir o real foi preocupante. Procurar a solução e ser resiliente mostra que ter cancro não foi o fim, mas sim um abrandar para mudança de paradigmas. Digo que o cancro me levou a uma análise mais minuciosa do que fazia da e com a minha vida, não era justo sacrificar tanto o meu corpo, a minha mente e o meu estado de espírito. (…) In prefácio

O Amor dos Pais na Criação dos Filhos Vs O Desamor dos Filhos na Velhice dos Pais

O Amor dos Pais na Criação dos Filhos Vs O Desamor dos Filhos na Velhice dos Pais

PROSA: NO FICCIÓN64 pág.ISBN 9789897828645

Pais são as pessoas que cuidam, dão amor, educação, sustento, respeito e passam os valores ou, como diz o ditado popular, “pai e mãe são os que criam e não os que geram”. São muitas as vicissitudes que se vivem e passam para criar um filho, seja ele biológico ou adotivo, e só em nome do amor é que este amor se torna leve e cativante. Quando não se tem amor muitos pais fogem da responsabilidade, embora outros, por falta de condições e por amor, entregam para adoção. (…)