Maria Cardoso
Emília Cardoso nasceu em Guimarães, em 1966.
Consciente da veia poética e artística herdada dos seus antepassados, é uma
contadora de histórias nata, de criatividade esfuziante.
Ao longo de todo o seu percurso profissional e pessoal manteve sempre uma ligação às
artes e à comunicação, áreas onde se sente como um peixe na água.
A sua inegável sensibilidade manifesta-se de forma instintiva a fazer poesia, em contar
histórias e escrever histórias, ou nas artes decorativas, diz:
“Acho que a natureza e a simbologia são tão bonitas como um quadro de palavras
cruzadas, a coisa certa, ou palavra certa, no local certo, completa uma charada
incrível.”
Su libro

Fenómenos da aldeia
A través de las vivencias de Jorge, un niño de once años que vive en un entorno rural, la obra retrata la vida cotidiana en una aldea marcada por la precariedad, la observación de la naturaleza y las dinámicas sociales de sus habitantes. Con un tono irónico y costumbrista, el relato entrelaza las travesuras infantiles y las reflexiones precoces del protagonista con las historias de los vecinos, la influencia de su madre y la dureza de un entorno afectado por la industrialización y la emigración. La estructura incluye capítulos narrativos seguidos de una sección de poemas soltos.
