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Rogério  Santos

Rogério Santos

Licenciado em História (Universidade do Porto) e mestre e doutor em Ciências da Comunicação (Universidade Nova de Lisboa). Coordenador e especialista em comunicação nas telecomunicações (Telefones de Lisboa e Porto e Portugal Telecom) (1983-2001) e docente na Universidade Católica Portuguesa (2002-2016). Aqui, foi professor associado e responsável pela área científica de Ciências da Comunicação, tendo lecionado Teorias da Comunicação, Públicos e Audiências, Sociologia dos Media e História dos Media, entre outras disciplinas. Dirigiu a revista Media XXI (2003-2005). Investigador no Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (Universidade Católica Portuguesa), trabalha presentemente em dois projetos financiados pela FCT: Para uma História do Jornalismo em Portugal e Broadcasting in the Portuguese Empire (BiPE) (2018-2022). Tem 20 livros e 25 capítulos de livros publicados nas áreas de história das telecomunicações e da rádio, media e jornalismo. Livros mais recentes: A Rádio Colonial em Angola. Festas e Rifas para Comprar o Emissor (Universidade Católica Editora, 2020), Os Microfones da Rádio: do Portuense à Delírio (Minerva Coimbra, 2020) e Sintonias da Rádio em Lisboa, 1924-1975 (Colibri, 2018).

Su libro

Telefones em Lisboa e Porto

Telefones em Lisboa e Porto

Historia de empresas específicas/historia societaria152 pág.ISBN 9789898574725

As primeiras redes de telefones em Portugal foram inauguradas em 1882 nas cidades de Lisboa e Porto. O livro Telefones em Lisboa e Porto. Um Século de Memórias não é sobre a sua história, mas sobre as diversas profissões criadas em volta desta atividade industrial, como telefonista, guarda-cabos, guarda-fios e mecânico das centrais telefónicas. Os dois autores, porque viveram dentro da atividade, construíram um texto explicativo dessas profissões, a que juntaram vários testemunhos de antigos técnicos e profissionais e muitas imagens de locais de trabalho e tempos de lazer, provenientes de arquivos pessoais, a tornar a obra uma memória quase coletiva. No livro, realça-se ainda alguma publicidade institucional e uma banda desenhada inédita sobre o uso do telefone.