Rui Cavaleiro
Rui Cavaleiro é um artista visual que nasceu em Lisboa em 1955. Estudou no Liceu Camões e licenciou-se no Instituto Superior de Agronomia. Durante trinta e dois anos viveu em Bruxelas e trabalhou para uma conhecida organização internacional. Dedicou-se a temas diversos ligados à agricultura e à alimentação, desde produtos geneticamente modificados às vacas loucas. Depois, já no novo século, reconverteu-se e trabalhou, sempre para a mesma organização, em comunicação política.
Durante os anos de Bruxelas e paralelamente ao seu trabalho de burocrata, frequentou diversas academias de arte, tendo-se exercitado nas disciplinas de desenho e de pintura. Na Academia de Arte de Woluwe Saint Pierre, foi aluno de Saskia Weyts (Pintura) e Alain Goffin (Banda Desenhada), durante os anos noventa.
No ano de 2016 lançou-se no mundo editorial e publicou um livro de textos e ilustrações intitulado “Bonecos e Reverências”, Esfera do Caos Editores.
Em 2017 e 2018 frequentou a Academia de Arte de Ettebeek, tendo sido aluno de Thierry Goffart, na disciplina de desenho e de Carine de Brabanter, na disciplina de banda desenhada.
Em Junho de 2019 realizou uma exposição de desenhos aguarelados e uma instalação vídeo, na Biblioteca da Câmara Municipal de Cascais. O título da exposição foi “Taras e Tarots”.
Esta exposição foi posteriormente levada ao Porto, Centro Comercial Dolce Vita, em Dezembro 2019.
Reformou-se de funcionário em 2019, deixou Bruxelas e dedicou-se com paixão às artes visuais a tempo inteiro. Eterno aprendiz, frequenta atualmente a Esfera d’Art, em Sant Cugat del Vallès, onde aprende pintura com Martin Carral e Carmen Anzano.
O seu trabalho está presente nas redes sociais, onde adotou de bom grado a alcunha de “Mestre Rabiscador”, com a qual foi batizado pelos seus seguidores.
Partilha o seu espaço e o seu tempo entre a sua cidade natal, Lisboa, e Sant Cugat del Vallès , na Catalunha.
Su libro

EM CONTRAMÃO
Um jornalista, poeta e escritor brasileiro, Álvaro Alves de Faria. Um artista plástico português, Rui Cavaleiro. Conheceram-se na rede social. Rui posta desenhos e Álvaro poemas. Um no Brasil e o outro em Portugal. Começaram a corresponder-se por e-mail. Álvaro pedia os desenhos em que sentia um poema. Rui enviava. E esse trabalho estendeu-se por mais de dois anos. Álvaro e Rui chegaram aos 55 poemas e 55 desenhos, que fazem este livro. Trata-se de um encontro de arte retratando um mundo quase só feito de injustiças e perversidades. Os dois artistas juntaram suas linguagens, a da palavra e a do traço. O resultado é um manifesto contra um tempo que não respeita ninguém, este em que tentamos viver.
