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Rui  Duarte  Coelho

Rui Duarte Coelho

Rui Duarte Coelho é professor de Português. Licenciado em História pela Universidade de Coimbra, fez parte da Direção de um Agrupamento de Escolas, durante uma década. Foi, também, Presidente do Conselho Geral e Coordenador de um Gabinete de Apoio ao Aluno, onde apoiou e ajudou muitos alunos a encontrarem soluções para os seus problemas e dificuldades, escolares e pessoais. Interrompeu a carreira docente para exercer funções como Diretor-Adjunto do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Santarém, tendo competências delegadas no âmbito da ação social. Uma vez mais, o apoio às pessoas foi a marca da sua atividade profissional. Foi Presidente de uma Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), dedicando grande parte da sua vida profissional às crianças e aos jovens. Rui fez teatro amador e foi dirigente associativo na Associação Académica de Santarém. A Leitura e a Escrita são as suas grandes paixões.

Sus libros

Vírus, perdigotos e ajuntamentos

Vírus, perdigotos e ajuntamentos

PROSA: NO FICCIÓN270 pág.ISBN 9789897823541

Um olhar atento sobre o atípico quotidiano das pessoas durante a pandemia Covid-19 é o tema desta obra. Neste livro, todas as personagens são principais. Mesmo que a referência não seja explícita, pretende-se que cada pessoa que viveu este momento único da História se reveja nestas páginas. Apesar de toda a tragédia e drama que vivemos, não se trata de um livro dramático. É uma narrativa séria sobre um acontecimento que marca, indelevelmente, a História mundial, mas mesclada com sentido de humor e muita positividade. A importância de um abraço, de um beijo ou de outra qualquer manifestação de afeto é a marca d’água transversal a toda a obra. Começa numa segunda-feira, dia 16 de março de 2020, dia em que tudo parou, até as escolas. Em todo o primeiro capítulo se deambula por essa segunda-feira, insólita, atípica, singular. Estranhamente, o mundo parou “por tempo indeterminado”. Depois, veio o confinamento, brutal e a pôr à prova a sanidade mental de todos. Neste capítulo, generaliza-se primeiro, para depois se descrever o confinamento de três personagens diferentes, querendo significar o confinamento, simbolicamente, de toda a gente. Gastronomia, desporto e digital foram marcas deste tempo pandémico. Por isso, são aflorados com humor. Muita gente passou à condição de desportista e, paralelamente, passeou o cão ou foi passeado pelo seu fiel amigo. Os encontros de amigos passaram a ser digitais. E toda a gente passou à condição de Chef. Orgasmos em papilas gustativas também aconteceram neste capítulo. O quarto capítulo são contos covideanos em que quadros antigos são emoldurados em caixilhos modernos, “pintados” pelo autor, depois de observações do insólito. Seguem-se contos dos heróis desta pandemia, relatos na primeira pessoa, ou seja, histórias daqueles que não puderam ficar em casa para que todos os outros pudessem ficar. O penúltimo capítulo disserta sobre o desconfinamento do “Mundoente” e de três personagens que somos todos nós. Finalmente, o Futuro é uma reflexão sobre aquilo que foram as previsões para o ano dos vintes, o que realmente aconteceu e o que nos reserva o dia de amanhã.

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O alpendre das cigarras

O alpendre das cigarras

Sociolingüística240 pág.ISBN 9789895863846

Que conto tão bonito, quanta memória encerra. Será, sem dúvida, um grande livro, reunindo histórias diversas, narradas para mostrar o valor de cada vida quando vivida com razão e sensibilidade.

Quando o livro estiver concluído, ficará demonstrado que aquilo que sustenta o mundo são as vivências dos seres humanos, de cada ser humano; que não somos apenas um número de habitantes no planeta, mas, sim, homens e mulheres de diferentes idades, com sonhos, desejos e necessidade de comunicar; uma comunidade com capacidade para compreender e partilhar. Todas e todos.

Obrigada por ter aberto esta porta e mostrado que, num breve encontro, ocorrido há quase trinta anos, na Azinhaga, cabe tanta vida e tanta memória.

Um abraço e os melhores desejos para o livro que, estou certa, nascerá em breve.

Pilar del Río, Presidenta da Fundação Saramago

O livro que tem na sua mão não é, apenas, um livro: é um conjunto de contos com alma, com vida, com fragmentos de luz que nos iluminam enquanto leitores.

O livro que tem na mão está escrito de um modo cativante, que nos prende da primeira à última palavra e isso é apanágio dos grandes escritores.

O livro que tem na mão é a fusão da ficção com a autobiografia e, só por isso, merece ser lido.

Este Alpendre das Cigarras seduz-nos... e quem não gosta de ser seduzido?

José Luís Cordeiro, poeta