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Rui  Pimentel

Rui Pimentel

Rui Pimentel é natural de Ponta Delgada - Açores.

Mestre em Relações Internacionais pela Universidade dos Açores e Licenciado em Estudos Euro-Atlânticos, pela mesma Universidade;

Para além da sua formação académica o Dr. Rui Pimentel tem formação em Matérias Perigosas;

Segurança de Matérias Classificadas;

Especialidade em Fiscal e Aduaneira;

Especialidade em Controlo de Fronteiras;

Sendo ainda autor do Livro “Manual Prático - Regime de Bens em Circulação”

Atualmente exerce funções de Sargento-Chefe da Guarda Nacional Republicana.

Su libro

Ucrânia: A porta para o exército Europeu

Ucrânia: A porta para o exército Europeu

Estudios sobre la paz y resolución de conflictos188 pág.ISBN 9789895352494

Nesta obra é abordada o tema da segurança militar coletiva, onde, muito embora não exista um Exército da União Europeia (UE) e a defesa continue a ser uma prerrogativa exclusivamente nacional, a UE tem dado sinais positivos no sentido de reforçar a cooperação em matéria de defesa.

A UE para assumir um papel que se apresente mais importante no cenário internacional e, consequentemente, no equilíbrio político a nível mundial, necessita de se afirmar na nova ordem que se vai desenhando na era pós-COVID-19.

A discussão em torno do Exército Europeu não é novidade. Desde a criação do projeto europeu que se vem discutindo esse tema face à ameaça russa ou a outros incidentes, crises ou conflitos que foram marcando o caminho para a cooperação na área da segurança e defesa.

Assim, a presente obra assenta, num primeiro momento, por estabelecer as bases conceptuais para a compreensão da tese principal do trabalho, o significado da defesa no processo de integração europeia.

Num segundo momento, pretende-se demonstrar e explicar quais as vantagens e desvantagens da criação de um Exército Europeu, sobretudo se esse projeto é necessário ou não face aos mecanismos que já existem.

Ainda nessa esteira das interrogações, coloca-se outra questão: se a competência de defesa for entregue a Bruxelas, será que podemos dizer que os Estados-Membros perdem a sua independência e autonomia quanto à sua Defesa e Segurança.