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Sérgio Luís  Mocito  Campos

Sérgio Luís Mocito Campos

SÉRGIO CAMPOS Professor Adjunto Convidado do Instituto Politécnico de Portalegre, Portugal. Investigador do VALORIZA ­– Centro de Investigação para a Valorização dos Recursos Endógenos, Instituto Politécnico de Portalegre. Investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade de Coimbra – CEIS20, Portugal. Graus Académicos · Doutoramento em História (Património) na Universidade de Cáceres, Espanha (2018). · Reconocimiento de Suficiencia Investigadora na Universidade de Cáceres, Espanha (2006). · Licenciatura em ensino de História na Universidade de Évora, Portugal (2003).

Sus libros

Entre escolhas e caminhos

Entre escolhas e caminhos

Opinión pública y encuestas200 pág.ISBN 9789897824876

Numa análise mais fina, esta publicação compila mais de 60 artigos redigidos entre os anos de 2005 e 2021, todos de cariz histórico/político, a nível local, nacional e internacional nos periódicos, O Distrito, Fonte Nova, Alto Alentejo e Jornal de Notícias. Enfatizo, também, o facto de os artigos serem redigidos num largo espaço de tempo confluindo com diferentes grafias e distintas formas de referenciar as fontes e os estudos. Felizmente posso afirmar de forma perentória que os meus artigos não foram alvo de censura por parte do editorial, cumprindo, assim, escrupulosamente o código deontológico a que os jornalistas estão sujeitos. Não obstante, quatro artigos não foram editados devido à limitação de espaço aquando da paginação dos periódicos — O Método de Fazer História; O adeus de Teixeira dos Santos; As festas da cidade de Portalegre; O que eles disseram: há sagrados que não devem ser tocados!

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A Verdade da Mentira

A Verdade da Mentira

Opresión y persecución políticas244 pág.ISBN 9789897826955

… Analisados os factos políticos com a devida ­longinquidade, considerou-se que a forma como decorreram as eleições ­presidenciais de 1958 pôs em causa a sobrevivência do ­regime autoritário, aliás, as “feridas abertas” nunca mais foram saradas. Numa sociedade fraturada entre apoiantes e não apoiantes do regime, as tensões vividas no seio da igreja católica agudizaram o problema, e são, também, ­elucidativas desta tese. A mutação de alguns sistemas políticos com ligações ao Estado Português e a pressão internacional podiam ser consideradas como fatores importantes para que ­houvesse uma suposta “abertura” do regime, porventura mais livre e democrática; contudo, essa situação não se verificou. O receio da mudança de regime fez com que as medidas coercivas perante a oposição fossem mais incisivas à medida que a campanha foi avançando. …