Vários Vários Vários
Sus libros

Em tons de Valsa aguarela-fogo
?Quem conta um conto acrescenta um ponto? é frequentemente repetido com uma conotação negativa, e que implica que cada narrador vai inventando detalhes que vão afastando a estória da História. Eu sempre tive uma perspectiva diferente, e se calhar daí a justificação para toda uma vida ligada aos livros e às estórias; para mim, este acrescentar de detalhes é sinal de criatividade, de um talento natural para tornar as narrativas mais interessantes! Quantas vezes ouvimos narrar um evento, que presenciámos, de uma forma tal que até nós, testemunhas, somos obrigadas a admitir ser mais interessante do que a realidade? Partindo deste pressuposto de que todos herdamos o talento natural dos nossos antepassados para contar estórias (e daí Portugal ter um património de Literatura Oral e Tradicional bem rico), aceitámos o repto dos nossos autores para fazermos uma colectânea de contos (sim, desta vez o desafio foi feito ao contrário!). O resultado está à vista e eu, correndo o risco de me contradizer, não lhe vou acrescentar um ponto? Leiam e apreciem!

A Árvore de Natal e o Presépio
Dez autores e dezasseis contos para celebrar o Natal, feliz e colorido tenha saído das memórias, sido baseado em acontecimentos reais ou sendo completamente ficcionado. Um Natal alegre mesmo quando as circunstâncias não o parecem augurar. Um livro para ser lido dos avós aos netos e escrito por netos (o mais novo com 9 anos) e alguns avós? É a história da magia que se repete em família no tempo de antes, no de agora ou no de faz-de-conta, porque o Natal é mágico e acontece em todos os tempos. Feliz Natal!

O Nascer do Sol
Costuma-se dizer que o sol quando nasce é para todos. É esse o espírito deste “O Nascer do Sol”, 19 contos para todos os gostos e para todas as idades. Em todos os contos a observação do ser humano, e dos seus comportamentos e emoções, está presente e é perfeitamente identificável. São textos para divertir e para reflectir.

Uma manhã na praia
Esteja o leitor de férias, a chegar de férias ou a sonhar com férias, fica o convite para aceder a esta biblioteca de várias experiências, reunidas num só volume, e partir à aventura. Prepare as malas para ir em luxuosos cruzeiros, visitar cidades míticas, apreciar a tranquilidade do mar ou da planície; relacione-se com relatos de viagens há muito programadas ou à circunstância de férias de algum modo improvisadas. Reflicta sobre a natureza e sobre estados de espírito, viaje ao passado, projecte-se no futuro…

As Flores do Meu Lindo Jardim
Os 10 autores debruçaram-se sobre a natureza, e sobre todas as naturezas, num ramalhete de 23 poemas. A Primavera desviou-lhes o olhar para vida e para as cores que nos rodeiam, nos alegram, nos renovam e, por consequência, nos inspiram; a Poesia deu-lhes a capacidade única de analisar os sentimentos, de sentir as emoções e do que nos inspira e move.

Um cheirinho a Natal
“São muito os sentidos, e as emoções, associados ao Natal e espelhados nos 23 poemas deste livro (com o bónus de mais 2 para que, tipo calendário de advento, possam ler um poema por dia do início de Dezembro ao dia de Natal). Neste, inesperadamente, inusitado ano de 2020 os sentimentos dividem-se na mesma proporção do “normal”: o novo e o “clássico”. Queremos o Natal da nossa memória, queremos as nossas tradições; mas também queremos um Natal, nem que seja o tal “novo normal”. (…) Festejem este Natal como puderem, mas não deixem de o festejar. Feliz Natal!”

A história que eu queria contar
Colectânea de contos, reais e fictícios, sobre pessoas ou eventos "que eu queria contar".

Na areia de uma praia qualquer
“Na areia de uma praia qualquer” que pode ser uma praia que existe apenas na nossa imaginação, uma memória, mais ou menos, distante; ou mesmo um projecto para o futuro. Também pode ser, é claro, o local onde o prezado leitor se encontra com este livro na mão… De um modo ou de outro, remete-nos para férias, descanso, viagem, reencontro connosco e com a nossa história (passada ou futura, pois criamos hoje as memórias do amanhã).

Natal ao borralho
“É pois, caro leitor, ao borralho, confortavelmente instalados, que encontra os nossos autores e as memórias que quiseram partilhar. São memórias reais, memórias ficcionadas, histórias que, se espera, venham a ser memórias futuras… São, como devem ser, boas histórias para contar, ao quentinho da lareira, com uma bebida quente à mão, e muito boa companhia: a sua!” Colectânea de contos de Natal, inspirados por memórias reais ou ficcionadas.

As 15 Primaveras
Caro leitor, prepare-se para ser mimado (como, aliás, bem merece!) da capa à contracapa, da primeira à última página, há cor, alegria, música e odores (mesmo que não se possam sentir da forma tradicional), há memórias, há o destaque para as pequenas coisas, e para as grandes descobertas… Não havia regras, não há um tema, apenas um sentimento de vida pela positiva, expresso tanto em prosa como em verso. Leia, dê a ler, partilhe, seja também veículo do positivo. Não se esqueça de observar a natureza, de observar as pessoas, olhe com bastante atenção e verá a beleza, o bom, o colorido, o divertido… Viva! Neste aniversário queremos agradecer-lhe a companhia ao longo destas 15 Primaveras e convidá-lo (autor e/ou leitor) a acompanhar-nos nas próximas 15!... Boas leituras e muitos parabéns!
