Carlos Amorim foi e é um excelente gestor hoteleiro porque, ao longo de várias décadas, reuniu as competências técnicas e humanas essenciais ao bom desempenho deste tipo de funções nos mais variados hotéis em diversas partes do Mundo. O homem que começou como mandarete de um hotel, ainda com tenra idade, aos dez anos, vindo de uma pequena aldeia do Alto Minho, tornou-se um estratega institucional, capaz de transformar desafios logísticos, políticos e culturais em montra internacional. A sua divisa assume que “a hospitalidade não é apenas serviço, mas também imagem, cultura e diplomacia”.
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