
Ricardo Maria Louro
De nome completo Ricardo Maria Silva Louro é um poeta, escritor e declamador português nascido em 1985 em Évora, com fortes raízes familiares e culturais no Alentejo (especialmente entre Évora e Monsaraz). - Quem é? Poeta e Escritor: Desde novembro de 2009, Ricardo Maria Louro tem publicado poesia e outros textos que exploram temas como amor, saudade, espiritualidade, identidade e tradição, com uma forte ligação à cultura alentejana e à religiosidade cristã. Declamador e Ativista Cultural: Para além de escrever, participa como declamador em eventos e é presença em meios como televisão, rádio, imprensa e plataformas online. Muitos são os Fadistas que gravaram e cantam poemas de sua autoria. Formação: Estudou as áreas de Secretariado, Animação Social, Turismo e Desenvolvimento e frequentou o curso de Teatro na Universidade de Évora, influenciando a sua sensibilidade artística. - Influências e Temas: A sua obra é profundamente marcada pela Infância no Alentejo, com paisagens e tradições regionais a emergirem como tema central. Fado e espiritualidade católica, refletindo emoções profundas, introspecção e simbolismo religioso. Herança familiar literária, com figuras como o Poeta e escritor Padre Henrique Silva Louro e o Poeta Padre António do Carmo Martins no seu círculo de ascendência. Foi inspirado por Florbela Espanca, Luís de Camões, Fernando Pessoa, Almeida Garrett, Eça de Queiroz, os Poetas-Condes de Monsaraz entre outros ... - Envolvimento Cultural e Social: Participa em várias confrarias e ordens religiosas e monárquicas portuguesas, como a Real Guarda de Honra da Casa Real Portuguesa, Ordem de S. Miguel da Ala, Real Irmandade da Santa Cruz e Passos da Graça de Lisboa, Real Confraria de S. D. Nuno de Santa Maria Alvares Pereira, Irmandade do Senhor Jesus dos Passos de Évora, Real Irmandade de Nossa Senhora da Quietação de Lisboa, Real Irmandade de Nossa Senhora da Saúde de Évora. Ordens e Irmandades sediadas entre Lisboa, Évora e Ourém. Foi fundador e primeiro juiz da Real Irmandade de Nossa Senhora da Saúde de Évora sediada na Igreja de Santo Antão em Évora onde também ajudou a criar, sendo um dos principais mentores, da Ordem das Damas de Nossa Senhora da Saúde de Évora, uma Ordem exclusivamente composta por Senhoras que se prestam à Vassalagem da Virgem Santa Maria. Criou a Acção Social desta Irmandade a que chamou Casa da Benção e que apoia e alimenta famílias com necessidades na Diocese de Évora e conseguiu devido à sua estreita relação com a Casa Real Portuguesa o título de Real Irmandade para esta a associação a que preside. Devoto de Nossa Senhora, em 2017, e em parceria com o Exército formou um grupo de jovens que reabriu ao público a tradicional e antiga Igreja dos Meninos da Graça da época Renascentista em Évora que estava fechada há mais de dez anos mantendo-a reaberta e reorganizada. Um trabalho no âmbito cultural de extrema importância para a cidade de Évora. Por pertencer como cavaleiro à Ordem de X. Miguel da Casa Real Portuguesa em setembro de 2024, Ricardo Maria Louro recebeu, sendo distinguido, com o título de Comendador da Ordem de São Miguel concedido por D. Duarte Pio, Duque de Bragança, na Igreja do Mosteiro de Alcobaça. Influências literárias e estilísticas: Romanticismo e Simbolismo: A sua poesia carrega ressonâncias claras desses movimentos literários, com destaque para figuras como Almeida Garrett, António Feliciano de Castilho, Lord Byron, José Régio, Teixeira de Pascoaes, Florbela Espanca, além de Camões e Fernando Pessoa. Poesia Regional e Paisagem Alentejana: A riqueza emocional da paisagem do Alentejo está profundamente presente nos seus versos, evocando uma intensa ligação com a terra natal, um traço que aproxima a sua escrita de Manuel da Fonseca e, em menor grau, de Eugénio de Andrade. Mística e Espiritualidade: A fé cristã surge como um pilar constante na sua poesia, incluindo símbolos religiosos e devoções marianas, aproximando a sua voz de uma espiritualidade direta. Essa dimensão dialoga, ainda que com nuances distintas, com a obra de José Régio e Teixeira de Pascoaes. Fado e Cultura Oral: O lirismo de Louro incorpora a musicalidade, o ritmo e o refrão típicos do fado. Há uma aproximação emotiva com Amália Rodrigues, mais pela sua carga sentimental do que por uma postura crítica, como a de Ary dos Santos. Influências pessoais e afetivas: Celeste Rodrigues (fadista). A amizade com a lendária fadista foi significativa artisticamente — ela certa vez o dizia com carinho: “Ricardo… pão, azeitonas e os seus versos e estou satisfeita!”. Maria Flávia de Monsaraz (escultora e poetisa) foi uma presença marcante na sua vida que exerceu sobre o poeta uma enorme influência emocional e criativa. Linhas familiares e regionalistas: Ele também se nutre da tradição local dos “poetas Monsaraz”, as figuras dos Condes de Monsaraz (António Macedo Papança, Alberto de Monsaraz, Maria Flávia de Monsaraz) que permeiam a sua obra. Traz nas Origens dois Padres, poetas, escritores e intelectuais, o Padre Henrique Silva Louro e o Padre António do Carmo Martins. Figuras que o inspiraram. Ricardo Maria Louro é um artista completo com Alma e orgulho em ser português. É um vulto contemporânea na literatura portuguesa — um poeta que combina tradições populares, fado e fé cristã nas suas obras, e que também se destaca pelo seu compromisso ativo com a cultura e espiritualidade tradicional em Portugal.
Sus libros

Madrigais
No horizonte da minha memória desenha-se com clareza a figura do Ricardo com os seus dez ou onze anos, quando fui sua professora pela primeira vez. Tez clara, esguio, de olhos profundos e magoados… Era muito diferente dos outros colegas e também muito especial.
Sentia-lhe uma sensibilidade à flor da pele, esforçadamente contida e dissimulada por uma candura de criança traída pelo destino. Não era um menino de lágrimas, não, mas o seu rosto encontrava-se cheio delas, escondidas!
No sótão dos meus sentidos encontrei muitas lembranças, relíquias que guardei mas, as que abri com mais fervor foram a sua CORAGEM e o seu poder de SEDUÇÃO.
A sua CORAGEM férrea, inquebrantável, num misto de orgulho e arrogância, deu-lhe a firmeza de espírito para enfrentar tantos momentos difíceis e força para sobreviver à crueldade com que outros, até os demais da sua idade, estúpida e impiedosamente tantas vezes o maltrataram. A todos respondia com o seu silêncio, um silêncio ensurdecedor.
O silêncio é um dos argumentos mais difíceis de se rebater!
Sempre o imaginei um estrangeiro, a quem todos os punhais do destino estavam cravados nas suas costas. Muitas foram as vezes que lhe observei um nó na garganta pelos escolhos que engoliu nessa infância mal fadada…
“Eles nunca me sentiram… eles nunca me entenderam…”
Nunca o vi explodir nas palavras escritas, que manteve difusas e opacas. Nunca através delas me revelou a sua alma a sangrar, nunca me contou os seus segredos, nunca me falou dos seus medos, que eu lhe adivinhava…
Sem ter amigos, sem que ninguém o acolhesse no coração, o Ricardo aprendeu que as palavras eram muito mais que punhais. As palavras podiam ser mágicas, podiam exorcizar medos e transformar a sua alma soturna.
Aproximava-se de mansinho de quem gostava, seduzia quem sabia poder conquistar, insinuava-se e, as palavras que usava, por vezes brejeiras e marotas eram sempre gentis, lisonjeiras, galanteadoras. Usava-as para acarinhar, abraçar e beijar. Multiplicava-se em mil delicadezas mas, o seu olhar e o seu riso dissimulavam o poder invisível que lhe ensinara a respirar para dentro e a controlar o bater do coração.
Devorado pelo seu desejo de ser amado, a SEDUÇÂO era a sua arma, era a sua forma de dizer: - Reparem em mim!!! Eu estou aqui, eu sou gente, AMEM-ME!
Este menino que nunca brincou num recreio, por não ter com quem, refugiava-se na biblioteca da escola durante todos os intervalos. Aí evadia-se, quiçá sonhava … As palavras que então lia e o reconfortavam, deixaram eco no seu coração, invadiram-lhe a alma de cristal, mitigaram-se a dor de ser quem era. Um pronuncio de um Ricardo poeta que, devastado pela amargura, sentiu despontar de dentro dele uma luz, uma chama, um apelo!
E como um condenado que cumpre uma pena, saía deste refúgio, que o acolheu durante anos, ao ouvir o toque da campainha que lembrava o reinício de mais outra aula.
Com o passar do tempo, um Ricardo já menos menino, antes um jovem mais alto e franzino, mas com a mesma inquietação no olhar, esperava invariavelmente por mim no topo das escadas… e íamos conversando enquanto nos dirigíamos para as salas…
Essa estreita janela de tempo abria-se para um jardim com inúmeros recantos: verdejantes, sombrios, lúdicos, oníricos… Fomo-los percorrendo e, de forma aleatória, sentámo-nos à sombra das árvores, bebemos água das fontes, apreciámos a beleza e as cores das flores, sentimos frio e medo, enternecemo-nos com o pôr do sol, andámos de baloiço, rimos, rimos à gargalhada, …
Cúmplice desses momentos de proximidade, observava-o na sua tentativa de sacudir o cansaço de carregar o seu próprio FADO. E assim fomos vendo o tempo a passar, a passar…
Embora não lhe tivesse de todo perdido o rasto, por razões que se prendem com o tempo ou com a própria vida, só volvidos alguns anos nos voltámos a encontrar na Casa de Fados Bota Alta em Évora.
“Tantas voltas dá a vida, tantas vidas dão a volta!”
Vi-lhe, com surpresa, uma centelha de luz a iluminar-lhe o olhar, novos gestos, um porte mais polido e estudado, uma estrutura moldada pelo peso dos fardos bons e ruins. Este Ricardo já homem, revelava a força que vem do aprendido. Aprendera com as histórias dele, as dos outros, as dos filmes, as dos livros, as que se contavam na mesa ao lado…
Soube-o POETA!
Emudeci, quase desacreditei… ou talvez não! Sabia, sentia, tinha a certeza que guardava sonhos e segredos que durante muito tempo aprisionara. A sua coragem vencera os seus temores, permitindo-lhe escrever o que sentira, o que sentia.
Com a alma cristalizada pela nostalgia dos sonhos e o coração de cinza pisada que resistira sem quebranto aos golpes dum destino atormentado, agitou os seus fantasmas, amaldiçoou-os, mordeu-lhes cantando e, pedindo-lhes tréguas, adormeceu com eles com complacência.
Senti-o apaziguado, fizera as pazes consigo próprio, tornando-se mais amigo de si mesmo. Do seu coração tantas vezes dilacerado, deixou que brotassem emoções imensas que pareciam guardadas desde tempos remotos.
Nos seus versos as palavras fluíam em catadupa, intensas, ritmadas, como se o mar antigo lhe tivesse trazido marés ocultas mas renovadas, cujos destroços lhe revelassem o sonho indelével das sereias.
Do mais fundo de si deixou que explodissem folhas pisadas, pétalas secas pelo tempo e flores transparentes salpicadas pelo arco-íris que trespassa o horizonte após a tormenta. Na sua exaltação aconteceu POESIA!
Da dor nasceu um POETA!
Da dor nasceu um POETA, intenso, profundo e, ser POETA é, como dizia Florbela “ ser mais alto, é ser maior…”
O Ricardo revelou-se um exímio artífice na arte de poetizar, um príncipe das nuvens, incapaz de conter os seus segredos, exprimindo nos seus poemas aquilo que um dia pensou guardar só para si. É um pássaro a quem a menor coisa o faz cantar, um artista que ama a sua arte, um pintor de palavras cuja memória fundida nas memórias, ilumina as telas brancas com a sua inspiração.
Se as inúmeras dificuldades e amarguras que enfrentou no passado o não detiveram, agora, POETA já reconhecido e consagrado, tem o mundo de apreciadores da sua verve aos seus pés!
Com muito carinho e um imenso orgulho pelo trilho que alicerçou e vem percorrendo, desejo ao Ricardo as maiores venturas e felicidades para o seu futuro, que adivinho bem consolidado, muito promissor e merecido.
Maria do Céu Cabreirinha

Poesia, Fados e Destino
Em todos nós há um vendaval de sonhos, possivelmente os sonhos todos juntos que, no hemisfério da poesia e do fado, se encontram na mesma estrada, com vista ao cumprir de um destino ...
Particularmente, duas letras do Ricardo Louro, perdão, duas letras do fado do Ricardo Louro, me tocam, porque elas, para mim, encerram tudo aquilo que nós possamos pensar em termos criativos sobre o vendaval ...
Os sentimentos podem manifestar-se de várias maneiras, mas, é importante que se manifestem com garra, com força, com naturalidade e com uma autenticidade humilde que de forma singela nos faça encontrados com o poeta, o poema e o interprete, que tem que estar ciente desta triangulação, para que, o vendaval se manifeste, se revele e permita ser desfrutado de forma, a que, a mensagem, passe e atinja, mesmo que dentro de um Caos Iniciático, o Sonho Universal de Harmonia. Um Saber-Conhecer partilhado, porque compreendido e vivido ...
Dois poemas, dois fados, dois vendavais de sonhos:
O primeiro, Doce Madrugada (pág. 60). Aqui o poeta fala-nos em vários espaços-tempo e, o seu sentir, a sua identidade vagueia entre a noite, o silencio e a sua relação com este espaço solitário e solidário, numa comunhão que o aproxima da terceira pessoa, através do anseio de um abraço que mais que físico é emocional e passivo. Uma relação forte mas assumida em todas as suas dimensões pelo autor - o Ricardo - na sua forma física e nas marcas que deixam na sua espiritualidade e na forma de viver dentro do vendaval de sonhos desta vida, onde todos nós, caro leitor, temos uma dada participação, quer mais passiva quer mais activa, mas sempre necessária, imprescindível e preciosa, para que, o caminho, se faça e o destino se cumpra.
O segundo, que abre a primeira página de "Poesia, Fados e Destino", Vendaval de Sonhos (pág. 25), nasce dentro do poeta e mantém uma vivência sentida e não esquecida.
Encontra os ecos da saudade revoltada e os sons inequívocos de uma entidade assumida, consciente, nessa dimensão actuante no hemisfério poetico-cultural onde agitará as Águas, no sentido de um maior respeito e dignificação do Eu e dos direitos do ser humano, na defesa do direito à liberdade e à libertação do individuo dos tabus e rotulagens ...
Que prossiga em frente e que com o seu caminho individual deixe a sua marca, característica e interventiva, nesta nossa sociedade, para tantas coisas amorfa, indiferente e por vezes até cruel.
Vendaval de Sonhos? ... Vendaval de emoções que se torna avassalador e nos transcende na excepcional interpretação da nossa "querida e tão amada", primeira dama do Fado, Celeste Rodrigues que, adoça e torna mais sentido este Vendaval do Ricardo: Vendaval e Ricardo! Tão sentidos e tão queridos ...
Obrigado Ricardo e que possa ser efectivamente um Vendaval de Sonhos, no Sonho da realidade desta Vida...
Bem-hajas
José Fialho
Penedrais, 14 de Março de 2016

Évora Romântica - Roteiro poético à cidade de Évora
O livro “Évora Romântica” é um livro especial que ilustra a poesia com fotografias e que contém um roteiro poético pela cidade de Évora, pelos seus monumentos e recantos, que convidamos a todos a fazer e refazer, descobrindo os encantos da cidade através da poesia e da fotografia. Este livro foi idealizado e organizado em colaboração com o Professor Voluntário Ricardo Louro, que ficou a cargo das obras poéticas apresentadas no livro, enquanto o registo fotográfico foi feito pelas Turmas de Técnicas de Fotografia e Equipamento Digital do Professor Voluntário José Ramos e a capa do livro ficou a cargo da Professora Voluntária de Pintura, Maria Helena Parreira.

Cartas D´Évora
“(…) Ah, se tu pudesses ler estas palavras, se as pudesses tocar, sentir, aconchegar nas pupilas dos teus olhos, saber-me-ia cumprido!… Mas para nós já nem isso! Nada há! Somos dois tristes impossíveis, eleitos p’lo destino, marcados p’la poesia. Dois mártires dos versos. E quem poderá compadecer-se do nosso holocausto? Quem?! … Alguém?! … Ninguém!!!! (…) (…) Agora, são inúteis os desejos, as vontades e as amarguras que deponho nestas linhas. É tarde! Tão tarde... mas nunca é tarde, diz o povo. É mentira! Para nós são inúteis as palavras. É inútil todo o arrependimento que sinto. É inútil este amor que trago em mim e não soube expressar no tempo certo! Na hora exacta! São tristes as palavras, as palavras que nunca te direi, porque nunca as poderás nem quererás escutar, nem lidas nem faladas... (…)” Richard Mary Bay In Cartas d’Evora (Excertos)

3 gerações, uma Alma
Monsaraz é minha raiz, sinto a essência que me corre nas veias do pensamento e que se eleva nas batidas cardíacas do coração da minha alma tão transcendente, tão esotérica, tão poética, tão portuguesa. para o Ricardo … O Ricardo é de Monsaraz. Como se usa dizer, “de alma e coração”. Ser ou bem-conhecer Monsaraz é Saber profundo. Pesado de um Passado distante, rude e austero, feito de Idealismo sublime e violência manifestada. Força que emana de cada pedra, no doloroso Silêncio das suas muralhas… Ser ou bem-conhecer Monsaraz, é estar atento: à Vida que foi, à Vida que É. Saber sentir as várias dimensões do Tempo, projectadas na grandeza panorâmica dos seus campos, onde a vista se perde fora e dentro de nós… Ser e conhecer Monsaraz, é guardar plasmada nos olhos e nos sentidos a imensidão da sua paisagem. Rubra e intensa, quando ao cair da tarde o Sol desaparece no Horizonte e súbito acorda em cada um uma memória difusa de Eternidade! Indefinida nostalgia, amarga e doce, de algo que se sabe e se esqueceu… Em Monsaraz todos somos Poetas… Todos sentimos, frente à sua majestosa e humilde Presença, a dor e a grandeza da Humanidade. A Fé profunda e as Ilusões dos Homens, a sua Sabedoria e ignorância, os abismos nocturnos onde se afundam e os êxtases que os transcendem! Tudo o que sempre foi este País, mais que qualquer outro. Obrigada Ricardo. Por seres de Monsaraz, por tão-bem-sentires os seus poetas e a sua Poesia, por também seres poeta, por viveres, e fazeres “acontecer”, a Alma portuguesa. Maria Flávia de Monsaraz, in 3 gerações, uma Alma - Linhagem familiar Estoril, 23 Dezembro 2013
