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António  Marafuga

António Marafuga

António Marafuga nasceu em Alcochete em Abril de 1951. Iniciou- -se no mundo do trabalho aos 15 anos. Entre os 18 e os 21 anos dedicou- -se ao ensino de adultos e deu explicações. Cumpriu o serviço militar em Angola. Emigrou para Paris, por um curto período. De regresso a Portugal, trabalhou um pouco por todo o lado. Aos 26 anos, em Setúbal, iniciou-se como empregado bancário, actividade que manteve até à reforma. Entretanto licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa e passou a exercer cumulativamente a advocacia, o que fez por 32 anos. Hoje reside na freguesia de Azeitão (Setúbal) e dedica-se exclusivamente à escrita. É casado e pai de dois filhos. Cedo começou a escrever: poemas, artigos para jornais locais, contos e novelas. Publicou: – Contos da tropa fandanga (2020) – Atribulações para enterrar, salvo seja, um doutor (2021) – Roubaram o banqueiro Dantas de Brito (2021) – Beatriz, meu doce amor (2022) – O Bruxo da Travessa do Ferreiro (2022) – A Rosa Maria a outras histórias (2024) – Uma República Com o Rei na Barriga (2024)

Sus libros

Beatriz, meu doce amor

Beatriz, meu doce amor

NARRATIVA ROMÁNTICA136 pág.ISBN 9789897825033

Beatriz, uma adolescente de dezasseis anos, foge de uma instituição para crianças órfãs, onde supostamente impera o superior interesse da criança e do jovem, conforme os farfalhudos discursos dos responsáveis. Abeira-se de um idoso, um empresário reformado, de nome Augusto, e pede ajuda. Mas Beatriz não procura tão-somente ajuda. Ela procura o pai que nunca teve e uma mãe que substitua a que nunca conheceu. A adolescente conquista o empresário, a família deste e os amigos com o seu jeito agaiatado e o seu sorriso inocente e muito doce, mas não conquista os donos do seu país. Sucedem-se peripécias várias sempre no sentido de proteger a adolescente. Beatriz, já depois dos seus dezoito anos, é declarada filha do empresário, com a preciosa ajuda de todos, mas sobretudo do advogado Januário Monteiro que atirou pela pia abaixo um monte de leis… que não prestam.

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O Bruxo da Travessa do Ferreiro

O Bruxo da Travessa do Ferreiro

NOVELAS GRÁFICAS158 pág.ISBN 9789897825927

Primavera de 1975. Fixa-se na aldeia de São Mamede do Guadiana um estranho forasteiro, identificado pelo povo como ‘o Bruxo da Travessa do Ferreiro’. Ao mesmo tempo é nomeado para a paróquia o sacerdote e também médico Daniel Santiago, que se interessa por Angélica. Angélica aparece grávida. O pai, um político local falhado, quando sabe da gravidez, expulsa a filha de casa e acusa o padre de ser o pai da criança. Angélica foi viver para a herdade do Monte Abraão. Dá à luz uma menina e morre no decurso do parto. O padre e a proprietária da herdade cuidam da recém-nascida, a quem dão o nome de Joana. Após um ajuste de contas com o próprio pai, o pai de Angélica desaparece da aldeia e é inclusive dado como morto. Decorridos vinte e dois anos, no dia e na cerimónia de casamento de Joana, aparece um ancião, conhecido por todos como o mendigo do Cerro del Rey. Este pede o perdão de Joana. O Bruxo reconhece o mendigo e força-o a identificar-se perante todos e a confessar os seus incomensuráveis crimes.

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A Rosa Maria e outras histórias

A Rosa Maria e outras histórias

Cuentos192 pág.ISBN 9789897828379

Três histórias! Três olhares do autor… para o passado… para a Rosa Maria, uma rapariga do vale do Vouga, esperta e desembaraçada, que sobrevive a um purgatório para entrar no céu; outro para o presente… para o professor Garbaccio, um menino da mamã, um pimpolho vaidoso a quem nunca faltou nada e, depois de crescido, um pantomineiro à solta e, finalmente, o autor olha ao mesmo tempo para o passado, o presente e vislumbra o futuro… um país envenenado por muita pandemia e repleto de muitos bichos maus e muitos calhaus com forma de gente… e descobre o António Ferrador e a Ana Sofia, dois jovens resilientes, honestos e verdadeiros.

Uma República com o rei na barriga

Uma República com o rei na barriga

FICCIÓN Y TEMAS AFINES148 pág.ISBN 9789897829598

Frei Tomás, um homem santo, o Juvenal, um palhaço, e a Carol, uma adolescente muito bonita, descem à cidade em dia de algazarra nacional. Aqui o frade encontra o poeta Diógenes, um homem sábio e maravilhoso. Na cidade tudo é destruição, justificada em nome de uma panóplia de democracias, da estrema-esquerda até à extrema-direita, e ainda em nome dos mais sofisticados direitos, amplas liberdades e robustas garantias. Estamos na República monárquica da Ilha do Pessegueiro, a mais monárquica de todas as repúblicas, com um monte de Reis disto tudo, que reinam sobre isto tudo, centenas de Reis lambe-botas, que fazem de conta que reinam, e dois milhões de reis de coisa nenhuma, que reinam sobre coisa nenhuma… mas todos com um enorme rei na barriga.

Poemas de Uma Vida Inteira

Poemas de Uma Vida Inteira

POESÍA134 pág.ISBN 9789895861774

“Por vezes, pensamos que o talento, o que não é o meu caso, ou a mera aptidão para a escrita, a pintura, o canto, a dança, etecetera, são coisas caídas do céu ou de um qualquer reino da abundância. Nada de mais errado. O que afirmo é um lugar-comum, mas é a realidade: o homem faz-se tropeçando nas pedras que encontra ou lhe atiram para o caminho, caindo, levantando-se e continuando a caminhar… e isto durante uma vida inteira.

Em resumo: aproveito a sequência dos poucos poemas aqui registados para anotar alguns dados biográficos, lembrar excelentes pessoas e verdadeiros amigos e relatar alguns acontecimentos: pessoas, amigos e acontecimentos que moldaram o homem que eu sou.”
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Eu sou Afonso Manuel Adegas

Eu sou Afonso Manuel Adegas

Cuentos174 pág.ISBN 9789895863532

– Eu sou Afonso Manuel Adegas, um português vosso amigo e admirador.

– Sou Afonso e por isso mesmo honro e admiro o nosso primeiro rei Afonso Henriques, o conquistador, e os outros nobres Afonsos do meu país.

– Sou Manuel porque fui um presente de Deus. Era o que a minha avozinha Maria Guiomar me dizia: “O meu netinho que Deus me deu de presente”.

– Sou Adegas porque me maravilho com os tintos, brancos, rosés e moscatéis das adegas da minha região e das mais variadas regiões do meu país.

– Sou um colecionador de histórias de rir às gargalhadas e outras de chorar, um apreciador prudente de copos de bom vinho tinto e um crítico de pedregulhos e calhaus muito polidos, mas pedregulhos e calhaus para todos os efeitos, e também de buracos e crateras mantidos por aí durante meses, anos, décadas ou séculos ou deixados para sempre a céu aberto e ao abandono.